segunda-feira, 30 de abril de 2012

EXPEDIÇÃO MAREMOTO: SAO LUIZ AO CHUÍ - BRASIL

EXPEDIÇAO: MAREMOTO - SAO LUIZ (MA) ao CHUÍ (RGS) / BRAZIL


Conclamo nossos parceiros, amigos, empresários, aventureiros e burocratas a se unirem a nós neste projeto maravilhoso. Você de alguma forma poderá nos ajudar.
Querido parceiro, seu apoio nessa Expedição será reconhecido e postaremos sua logomarca em nossos blogs, sites, revistas e mídias ao nosso alcance.
Não fique de fora, vamos todos pilotar juntos.
Grato.
cristinocris/facebook (61) 9695 6001 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

TRILHA NO RODEADOR

Que Saudade dessa trilhinha e dos meus amigos Bitão e Paulinho. Compartilhar com os amigos um momento como este realmente fica na memória. Espero que 2012, muitas trilhas e imagens melhores que essas aconteçam. Um grande abraço em todos.
INVISTA EM ARTES: prazer e rentabilidade (61) 4102 5160

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

DE MOTO PARA O RIO QUENTE-GO

viajar de moto: sonhos realizados
Taí pessoal um lugar que realmente me descança: o Rio Quente em Caldas Novas-GO.
Um lugar perto de Brasília, com opções de estradas relativamente boas, águas termais, cidade pequena e poucas pessoas. Não tem como nao relaxar nesse lugar.
Depois de visitar muitas vezes, fiquei com vontade de voltar de moto e deu certo.
Combinamos com alguns GADITAS, foram também alguns amigos, realizamos nosso sonho, digo, mais um sonho. Confiram as fotos abaixo. Esperamos voltar o mais rápido possível. Um grande abraço em todos.
Gosto dessa vista: 10 km após Luziânia-GO

sempre de olho no companheiro

 limite ?

um rio com águas quentes: não tem preço

Valdênio e o escocês Daniel


joguinho para relaxar

as máquinas prontas para a estrada
INVISTA EM ARTES: PRAZER E RENTABILIDADE (61) 4102 5160

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ENCONTRO MOTOGADITAS II

GOSTO DESSAS HISTORIAS


Como parte do nosso encontro, Mário apresentou uma moto ano 1942. Com certeza um momento muito legal e devidamente registrado.
Invista em arte: prazer e rentabilidade !

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

ENCONTRO MOTOGADITAS I

Ontem nos reunimos na casa do Mário a fim de relaxar, conversar um pouco e traçar algumas metas e ideais para nosso moto clube. Com a presença do anfitrião Mário, Xerxes, Valdenio, Márcio, Cristino e Lucimar tivemos um tempo muito agradável. Muito legal o bate papo, o churrasquinho e principalmente as histórias contadas por cada um. 
Xerxes (azul) e Lucimar


Mário

Valdenio: o churrasqueiro

Olha aí

Invista e arte: prazer e rentabilidade

uma relíquia do Mário: 1942

tem gente até fotografando de recordação

domingo, 27 de novembro de 2011

XTZ 660 versus XT660Z

Difícil de escolher
Assim que a XT 660Z Ténéré foi lançada, em setembro, o Brasil passou a abrigar toda a família aventureira da Yamaha: além dela, haviam a XTZ 250 Ténéré e a XT 1200Z Super Ténéré. A chegada da Ténéré provocou ainda uma briga em casa: umas das motos mais tradicionais do line-up da marca dos diapasões, a XT 660R, ganhou uma concorrente doméstica.
Claro que a XT 660R, a "Xtezona", como é normalmente chamada, continua requisitada pelos seus fãs. Até outubro deste ano, foram vendidas 1.595 unidades. Mas agora o interessado em uma trail de média cilindrada vê na sua irmã Ténéré 660 uma concorrente de peso. Enfim, desde o lançamento da 660Z muitas pessoas perguntam se a 660R será descontinuada. Ou mesmo, indagam sobre quais as diferenças relevantes entre uma e outra. A dúvida parece dominar a maioria e é por isso que decidimos colocá-las frente a frente, a fim de elucidar minuciosamente o que as versões R e a Z podem oferecer aos consumidores. E aproveitamos para esclarecer outra incerteza: os dois modelos continuarão a ser vendidos, segundo a Yamaha.
MESMO MOTOR
Esteticamente, as diferenças são grandes. Porém na parte mecânica as duas versões se assemelham. O mesmo propulsor monocilíndrico equipa as duas motocicletas. Sendo assim, o desempenho é praticamente o mesmo: motor de 660 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC), quatro válvulas e refrigeração líquida capaz de produzir uma potência de 48 cv a 6.000 rpm e um torque máximo de 5,95 kgfm a 5.500 rpm.
Todavia, na prática, a XT 660R privilegia as arrancadas em semáforos e aquele "soco" no estômago quando se gira o acelerador com vontade, caracterizando uma tocada mais urbana. Já a Ténéré 660Z tem uma aceleração mais linear e melhor distribuída em todas as faixas do motor, garantindo saídas menos bruscas. Entretanto, a relação de marchas e a relação final são exatamente iguais em ambos os modelos. Segundo os engenheiros da marcas, a diferença de tocada sentida na prática se explica por uma caixa de ar maior na Ténéré e um consequente mapeamento de motor diferente entre elas, alterando, na teoria, a curva de torque e potência.
Outra disparidade dentro do mesmo propulsor se dá na velocidade final de ambas as versões. Embora seja igual, o piloto não conseguirá manter 170 km/h na XT 600R (e nem deve), pois a aerodinâmica não permitirá. Diferente da XT 660Z Ténéré, projetada para encarar longas viagens e que oferece uma boa proteção aerodinâmica com seu parabrisa.
Outra semelhança, mas que acaba mostrando a diferença entre a proposta de ambos os modelos, está no consumo. Tanto a XT 660R como a Ténéré rodam em média 20km/litro. Mas a Ténéré tem um tanque de 23 litros e teria uma autonomia para mais de 450 km, enquanto o reservatório da XT 660R tem capacidade para apenas 15 litros e menor autonomia.
ERGONOMIA
Talvez as maiores diferenças entre R e Z sejam na ergonomia. Reforçando a fama de ser uma motocicleta que transpõe qualquer obstáculo, a 660Z Ténéré tem uma carenagem frontal condizente ao rótulo de aventureira. O ar "corre" pela moto e não atrapalha o condutor, que viaja a 150 km/h sem problema nenhum.
O grande trunfo da recém-lançada Ténéré é o dinamismo, seja na estrada ou na cidade. Conhecemos bem o projeto da XT 660R e a relação dele com o trânsito urbano. Se não fossem os milhares de ladrões de olho nesta moto, poderíamos afirmar que se trata de uma das melhores motos para vencer o caos das cidades.
No entanto, sua irmã Z também vai bem na cidade e sua ergonomia permite ao piloto trafegar entres os dois mundos -- cidade e estrada -- com mais autoridade que a bordo da XT 660R. Salientando que a versão R mantém a soberania na cidade, se esse for seu itinerário diário.
CICLÍSTICA
Separar a ciclística da ergonomia é fundamental neste comparativo. Se na ergonomia as diferenças são gritantes, quando analisamos a ciclística as semelhanças são muitas. Mesmo conjunto de suspensões, freios quase iguais, pneus e rodas com as mesmas medidas.
Na dianteira a Yamaha equipou as duas motos com o tradicional garfo telescópico, sendo 210 mm de curso para a versão Z e 225 mm par a R. Surpresa? Parece que o mítico nome Ténéré não nasceu na versão 660 cm³ tão própria para a terra, mas isso veremos mais a frente. Ainda na suspensão, as mesmas soluções para a traseira: balança com suspensão monoamortecida e 200 mm de curso.
Já nos freios uma grande diferença. Enquanto que a XT 660Z utiliza dois discos de 298 mm na dianteira, a XT 660R disponibiliza somente um. As duas motos contam com um disco simples de 245 mm mordendo a roda de trás. Na prática, o disco duplo dianteiro da versão Z faz muita diferença, dando mais confiança ao piloto -- a Yamaha bem que podia oferecer o sistema de ABS como opcional, assim como faz na Europa. Os pneus e rodas têm as mesmas medidas: dianteiro 90/90-21 e traseiro 130/80-17.
ON/OFF-ROAD
Quem está lendo o texto até aqui deve estar se perguntando como estas motos se saem na terra. E é aqui que entra um ponto crucial. Lá no começo analisamos estrada e cidade, com ampla vantagem no trânsito urbano para a versão R e domínio nas viagens de fim de semana para a série Z.
Essa conclusão pode ludibriar o leitor deste comparativo. As qualidades que fazem da XT 660Z uma ótima companheira na estrada, não a credenciam da mesma forma no fora de estrada. Mais pesada -- a versão Z (206 kg) tem 25 quilos a mais que a R (181 kg) -- a Ténéré 660 é mais difícil de ser controlada na terra.
Já a XT 660R parece estar em seu habitat natural e desliza pelo terreno irregular com muita propriedade. É fato que as pedaleiras mais largas na versão Z contribuem para a pilotagem em pé e ela consegue sim trafegar por este piso. Mas mesmo assim a 660R ganhou neste quesito.
CONCLUSÃO
Sem dúvida nenhuma as duas motos são projetos acertados e que vieram pra ficar -- principalmente no caso da 660Z, já que a 660R já provou isso. Agora, se sua intenção é pegar a companheira e viajar sempre e para longe, sem dúvida a XT 660Z Ténéré vai garantir mais conforto, tanto para o piloto quanto para a sua garupa.
Mas se você é aquele motociclista urbano, que em alguns finais de semana gista de ir até a praia, ou mesmo enfrentar um off-road com seus amigos no interior, com certeza a XT 660R atenderá melhor aos seus anseios.
No entanto, para definir entre uma ou outra o preço é fundamental. A nova XT 660Z tem preço sugerido de R$ 30.500, enquanto que a XT 660R custa R$ 25.800. Se a diferença é grande, cabe a você analisar qual será a utilização que fará da moto.  (fonte: da infamotso)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

BRASIL: EXPEDIÇAO NORDESTE 2008

motos: Xtz 250 Yamaha e Tornado 250 Honda

Em julho do ano de 2005 fomos a Jericoacoara, de moto, e lá tivemos a idéia de um dia fazermos toda região Nordeste. Apartir daí começamos a idealizar essa Expedição, buscando o quê de melhor poderíamos fazer, patrocínios, planejamento, etc. Vivenciamos a fase de organização/planejamento que também é quase tão prazerosa quanto a Expedição em si.
03 três anos para saída
comida regional
dormindo sempre em barracas
31.08.2008. No dia de sairmos, recebemos um presente dos Céus. Brasília já registrava 126 dias sem chover e no dia de sairmos, choveu a noite inteira. Então, às 06h:20 min saímos de Brazlândia - eu numa Lander e o Valdênio, numa Tornado - ainda debaixo de pingos de chuva, e o cheiro de terra molhada, mata seca úmida, estrume úmido nos currais se misturavam no ar. Prazer e sorrisos contidos dentro do capacete. Os pingos de chuva permaneceram por uns vinte minutos, mas o aroma no ar (presente de Papai do céu), perduraram por uns duzentos quilômetros.
2002 km para esta paisagem - São Luiz (MA)
03.09.2008 - chegamos em São Luiz(MA) no dia 03 de setembro de 2008, dia do meu anivérsário, seguindo pela Belém-Brasília, tendo pernoitado em Gurupi(TO), Araguaina (TO) e Açailândia (TO).   Demoramos quatro dias para chegarmos em São Luiz(MA), porque só pilotávamos durante o dia, e, é claro, sem pressa, procurando sempre saber a história das cidades que passávamos, conversar com as pessoas da região, provar seus quitutes e descansar.
04.09.2008 - Chegamos a noite em São Luiz (MA) e fomos descansar. No outro dia revisamos e lavamos as motos, rumamos para Barreirinha(MA), portal dos Lençóis Marenhenses.
05.09.2008 - Deixamos as motos e embarcamos às 09:00 horas numa caminhoneta 4x4 para conhecer os Lençóis maranhenses. Retornamos às 15:00 horas, almoçamos e fizemos uma caminhada nessa pequena cidade – porta de entrada nos Lençóis Maranhenses.
Barreirinha - Barro Duro - 110 km
Oásis no deserto
06.09.2008 – Saímos de Barreirinha, às 08h:20min da manhã pegando um atalho por Barro Duro (MA) - Muito duro mesmo  - Piranji (MA), rumo a Viçosa-CE, chegando ali por volta de 18:00 horas, onde ficamos dois dias no sítio de um amigo.
08.09.2008 – Aproveitamos nossa estada em Viçosa para dar um pulinho em Ubajara, passando por Tianguá, onde conhecemos o Parque Nacional da Serra da Ibiapina.
Pequeno susto antes do paraíso
din-din de batata doce
09.09.2008 – saímos às 08:00 horas de Viçosa rumo a Jericoacoara (CE). Pegamos um atalho na saída de Viçosa, percorrendo uns 35 km descendo a serra em uma estrada linda até chegar em Santa Teresinha (CE). Depois, mais uns 30 km chegamos em Granja (CE). Em seguida, Parazinho, Gijoca, Preá – onde peguei um caminho errado e atolei a moto na areia; e, enfim, a famosa Jericoacoara. Chegamos às 15:00 horas, montamos as barracas no camping Mar à vista, em frente a praia da malhada e fomos fazer uma caminhada.
passeio à cavalo na orla de Jeri
Jeri - 65 km desse jeito - inesquecível
10.09.2008 – Fomos de moto pela orla de Jeri até adentrarmos em Mangue Seco, a fim de ver os cavalos marinhos. Ali mesmo almoçamos e retornamos para Jeri. Um passeio de moto maravilhoso.
11.09.2008 – Deixamos Jeri por Mangue Sangue, Jijoca e seguimos, em principio para Morro Branco (CE), mas lá não encontramos área para camping, então, descemos mais um pouco para Canoa Quebrada (CE)  - 450 km de Jeri. Deixamos as motos no camping e fomos fazer uma caminhada pela orla de Canoa. De fato parece essa cidade tem uma influência muito grande o mundo hippie, o que agrada uns e desagrada tantos outros.
Jeri - Canoa Quebrada (CE) - 450 km
Pipa  (RGN)
12.09.2008 – Saímos de Canoa Quebrada às 08:00 hs e continuamos descendo o litoral brasileiro entrando no Rio Grande do Norte, passando por Mossoró, até Tibal do Sul e Pipa (RN). Chegamos em Pipa no final da tarde e fomos para o Ecocamping, um santuário ecológico, na entrada da cidade, que o Biólogo Almir carinhosamente construiu ao longo de 30 anos.
13.09.2008 – Fomos fazer um passeio de barco pela orla de Pipa, a fim de ver os botos marinhos. Não sei porque motivo passei muito mal no barco com o balanço das ondas e não usufruí nada do passeio. Almoçamos e fomos fazer uma caminhada pelo Santuário ecológico, também na entrada de Pipa, um pedaço preservado de mata atlântica, que dá acesso a uma das praias de Pipa, com seus paredões de rocha avermelhada, mundialmente conhecida.
Porto de Galinhas - PE
maré baixa para mergulho
14.09.2008 – Nos despedimos do Sr. Almir e seu camping inspirador e continuamos nossa descida pelo litoral brasileiro. Era domingo e queríamos chegar em Maceió, mas estávamos passando por Ipogica, município de Porto de Galinhas (PE) – 310 km de Pipa (RN) - e resolvemos conhecer e mergulhar naquelas águas. Lá chegamos às 15:00 hs, a maré estava alta e tivemos que cancelar o mergulho. Fizemos uma caminhada pela orla marítima e fomos descansar.
15.09.2008 – Ao amanhecer conferimos a altura da maré, alugamos óculos e os pés-de-pato e lá estávamos nós no meio dos peixes coloridos e outros animais marinhos. Muito lindo. Nesse dia aconteceu algo que mudou os rumos de nossa Expedição. Falamos mais uma vez com nossos familiares em Brasília e, por força maior, infelizmente, tivemos que retornar para nossa casa. Fizemos as malas, lavamos e engraxamos as motos, e, às 11:15 hs começamos nossa volta para Brasília. Pilotamos a tarde toda, chegando já no início da noite em Propriá(SE) – divisa de Alagoas com Sergipe.
Praça central - Lençóis - BA


Morro Pai Inácio - Chapada Diamanti
16.09.2008 – Saímos às 06:27 hs de Propriá querendo pilotar o máximo possível para encurtar a distância até Brasília. Almoçamos em Feira de Santana (BA) e, mais uma vez, subimos nas motos para enfrentar um trecho quente e ruim de pilotar, muito transito na saída de Feira (BA). Ainda cedo da tarde decidimos, por sugestão de um caminhoneiro pilotar em Lençois (BA), cidade que é a porta de entrada da Chapada Diamantina, mas da qual ainda não tínhamos ouvido falar. Chegamos às 16:00 horas, nos hospedamos na pousada Nossa Casa, no centro da cidade e fomos fazer uma caminhada. À noite, mas uma caminhada, jantamos e fomos repousar.
Alvorada do Norte - GO
17.09.2008 – Deixamos Lençóis às 06:20 hs, com a sensação de que poderíamos conhecer melhor aquela região. Agora entramos na rodovia com seus paredões e chapadas tão majestosas como o morro do Pai Inácio, onde paramos para admirar e tirar foto. A estrada estava ótima, sem buracos e convidativa para avançarmos. Pilotamos o dia inteiro, chegamos em Barreiras (BA), e seguimos em direção ao São Desidério (BA), um trecho com estrada muito boa, retas sem fim e baixa umidade do ar – 130 km até Roda Velha (BA). Como não tinha posto de gasolina perto a moto do meu amigo acabou a gasolina, forçando-o, por três vezes, a tombar a moto para que a gasolina passasse para o outro lado, onde o pescador iria fazê-la funcionar. Mas, por fim, chegamos num posto de gasolina, onde colocamos fim aquela agonia. Pilotamos mais um pouco e fomos dormir em Alvorada no Norte (GO), a 250 km de Brasília.
18.09.2008 – Saímos cedo de Alvorada, 06:30 hs. Tomamos café em Vila Boa (GO), fizemos no último abastecimento no povoado JK (GO) e seguimos para Brasília, aqui chegando às 09:30 hs da manhã. Fiquei em Brasília para ver minha esposa e meu amigo Valdênio seguiu para Brazlândia (DF), destino final.
chegada em BSB - muito cansado
anotações - diário de bordo
saudades do Zhac - dois me
graças a Deus, tudo certo
Resumo:
Percorremos 6.410 km, gastei R$ 613,00 reais em combustível. Minha moto, XTZ Lander, fez média de 26 km/l na estrada e a Tornado, média de 21 km/l. Em todo esse percurso praticamente não pegamos nenhuma chuva. Tive apenas um farol queimado e meu amigo um pneu furado. Não fomos parados por nenhuma blitz policial e nem marginal. Em todo percurso talvez passamos por uns dois quilômetros de buracos apenas. Não vimos e não fomos acometidos por nenhum acidente. Vimos na estrada poucos bichos selvagens: uma seriema, um camaleão, um veadinho, uma cobra e um tucano.



QUER UMA CARONA?

Quem quer uma carona aí? É aquela velha história: sempre cabe mais um...